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Tipos de Iogurtes

Tipos de Iogurtes

Atualmente, é possível encontrar inúmeras opções de iogurte nas geladeiras dos supermercados. Então, é importante conhecer cada uma delas. A dica é evitar os produtos com acréscimo de açúcar e corantes.

Vamos às opções encontradas no mercado:

 

NATURAL: não apresenta aditivos químicos como corantes, açúcar e aromatizantes. Por esta razão, é considerado mais saudável. Sua consistência costuma ser mais firme, e seu sabor, mais azedo. Quem gosta de um toque de doce pode acrescentar mel, frutas e geleia. Ele é indicado para quem não tem problema com peso nem restrições alimentares.

DESNATADO: tem menor teor de gordura (o máximo são 0,5g a cada 100g do produto) e, consequentemente, menor valor calórico. Por isso, é um ótimo aliado de quem quer perder peso e de pessoas com colesterol alto.

SEMIDESNATADO: também é conhecido como parcialmente desnatado. Suas gorduras totais não devem ultrapassar os 2,9g a cada 100g. Também é recomendado para os indivíduos que precisam ingerir menos gordura na dieta.

LIGHT: geralmente, a redução é feita no percentual de gordura (alguns chegam a ter 0%), mas contém açúcar. Entretanto, a quantidade de calorias costuma ser baixa. Por esse motivo, é indicado para quem precisa emagrecer.

DIET: leva adoçantes artificiais, o que o torna permitido para os diabéticos.

SEM LACTOSE: como o próprio nome diz, ele não possui lactose ou a quantidade é bem pequena. Esta é a versão liberada para intolerantes ou para quem sofre com sintomas de inchaço e formação de gases. “Mas fique de olho, pois a indústria pode colocar um pouco mais de gordura para deixar um sabor mais gostoso. Por isso é importante ler a informação nutricional do rótulo para saber o que está consumindo”, alerta Natasha Barros, nutricionista esportiva, de São Paulo (SP).

À BASE DE SOJA: em vez do leite de vaca, este iogurte é feito com leite de soja. Ele é menos cremoso do que os outros. Tanto os intolerantes à lactose quanto os veganos podem consumi-lo.

ENRIQUECIDO: ele ganha a adição de nutrientes que não estão na composição ou potencializam um já existente. Entre as substâncias, podem estar o cálcio, que fortalece os ossos; o colágeno, que combate o envelhecimento; as fibras, que ajudam o intestino a funcionar melhor e dão saciedade; e os probióticos, que ajudam na digestão e no fortalecimento da imunidade.

GREGO: a cremosidade é o que mais atrai os consumidores. Ele costuma ter grande quantidade de proteína. Aqui no Brasil, infelizmente, para conseguir a textura cremosa, algumas versões sofrem a adição de creme de leite e leite integral, o que aumenta a quantidade de gordura. Então, fique de olho e prefira as versões mais magras. Quem não tem problema com a balança pode ingeri-lo sem peso na consciência.

 

LISTAMOS ABAIXO OS BENEFÍCIOS DOS IOGURTES NA ALIMENTAÇÃO:

 

DEIXA A PELE MAIS BONITA: E não estamos falando em usá-lo sobre a derme, como máscara. Como o alimento melhora o trânsito intestinal, o corpo consegue eliminar mais facilmente as impurezas e os metabólitos tóxicos, o que se reflete na pele. “Esse efeito na beleza também ocorre porque o iogurte é uma fonte de vitaminas do complexo B, que atuam na saúde da pele”, diz Jaqueline.

AJUDA A PERDER PESO: Um dos motivos para isso ocorrer é o fato de que “as bactérias presentes nele melhoram a absorção de nutrientes e regulam o metabolismo intestinal de glicose. Menos glicose absorvida significa menos calorias pra dentro do corpo”, explica Pedro. Ser rico em gorduras e proteínas também influencia. Por causa disso, confere uma sensação de saciedade maior. Por fim, é um alimento com poucas calorias, especialmente no caso do desnatado ou semidesnatado.

MELHORA A IMUNIDADE: Novamente, a “culpa” é das bactérias benéficas presentes no alimento, que estimulam a produção de anticorpos (agentes de defesa do corpo) no intestino. Esse tipo de microrganismo também ajuda a combater bactérias patológicas, fungos e vírus.

DIMINUI A PRESSÃO: Um estudo de 2016 realizado na universidade de Boston, nos EUA, mostrou que mulheres com idades entre 25 e 55 anos que consumiam cinco porções de iogurte (ou mais) por semana apresentaram um risco 20% menos de ter pressão alta do que as que consumiam apenas uma porção por mês.

 

FONTE: REVISTA PENSE LEVE – ED. 311
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